sexta-feira, 23 de março de 2012

As 9 de uma manhã qualquer.


Sem tempo para paranóia.
Quase sem tempo para respirar.
Falta tempo para alegria.
Sobra tempo para chorar.

Com tempo para viver.
Sem tempo para morrer.


Ocupada demais para compreender o que a vida tem para dizer.
Só queria entender, porque na vida não temos tempo a perder.

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