domingo, 27 de outubro de 2013

Não rima, mas faz sentido,

Não deveria ficar tão mexida
você não faz mais parte da minha vida.

Quem me dera ser mais levada
e  me esquecer de toda essa nossa parada.

Um dia quem sabe.
Uma noite qualquer.
Serei tudo aquilo para outra
tudo o que ela não quis.


Aprenda,

"perdoe e será perdoado." 
assim mesmo
como diz o ditado.
Eu queria um abraço para me aquecer
queria um colo para chorar
um afago, um ombro amigo.

O silêncio já seria como uma prova de amor.
Carinho manso, olhos fechados.

Pois nenhuma palavra seria capas de expressar todo o turbilhão naquele momento.
Silêncio, nossa respiração se fundiria restando uma só.

Ao calor do momento
Tínhamos á nós, completos vazios de si.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Vou começar pelo desapego.
Perdi minha sanidade quando comecei a escrever.
Por um fino fio desgastado e pendurado a dois extremos 
me equilibro.

Não parei.
Não pararei!
Conjugarei o verbo por mais de mil vezes se preciso for.
Negarei o que não acredito até me faltar forças para rabiscar.

De sede.  De fome  
 não morrerei.
Podem me faltar água e comida.
Palavras me farão viver até mais diante.


Não só por um instante
quando parar
morrerei.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Manhã.

Ela passou por mim, o máximo que consegui foi manter a calma e observar seu caminhar até o banco da praça. 
O dia estava ensolarado e agradável. Não me importei em sentar no banco mesmo que ele no sol, você estava lá, já me bastava. 
Ganhei meu dia, 
não te ganhei, 
mas ganhei 
antes de ganhar-te.

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Não consegui te fitar naquele instante, 
os milésimos de segundo entre o seu caminhar á minha frente me fez sentir um espasmo de sensações,
que há tempos não me fechava o estomago.  
Sua risada para o aparelho celular 
deteve minha visão distraída. 
Ah garota, teus cabelos da cor do sol fazem brilhar meu coração.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Me definiu,

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
- Paulo Leminski

Bem ridículo.

"Bem, é ridículo sentir falta de uma pessoa 
com quem você não se dá muito bem.
 Mas, sei lá, era bom, sabe, ter alguém com quem brigar." 
Quem é você, Alasca?

domingo, 13 de outubro de 2013

simples.

Ele vai acabar com você, assim como do mesmo jeito você acabou com tantos outros.