quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Perdi minha sanidade quando comecei a escrever.
Por um fino fio desgastado e pendurado a dois extremos
me
equilibro.
Não parei.
Não pararei!
Conjugarei o verbo por mais de mil vezes se preciso for.
Negarei o que não acredito até me faltar forças para
rabiscar.
De sede. De fome
não morrerei.
Podem me faltar água e comida.
Palavras me farão viver até mais diante.
Não só por um instante
quando parar
morrerei.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Manhã.
Ela passou por mim, o máximo que
consegui foi manter a calma e observar seu caminhar até o banco da praça.
O dia
estava ensolarado e agradável. Não me importei em sentar no banco mesmo que ele
no sol, você estava lá, já me bastava.
Ganhei meu dia,
não te ganhei,
mas
ganhei
antes de ganhar-te.
____________________________________________
Não consegui te fitar naquele instante,
os milésimos de segundo entre o seu caminhar á minha frente me fez sentir um
espasmo de sensações,
que há tempos não me fechava o estomago.
Sua risada
para o aparelho celular
deteve minha visão distraída.
Ah garota, teus cabelos
da cor do sol fazem brilhar meu coração.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Me definiu,
“Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?”
Bem ridículo.
"Bem, é ridículo sentir falta de uma pessoa
com quem você não se dá muito bem.
Mas, sei lá, era bom, sabe, ter alguém com quem brigar."
- Quem é você, Alasca?
domingo, 13 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Biblioteca
Queria
rimar com seus olhos
que
nem são tão claros, nem tão escuros
e
me distraem a qualquer hora.
Queria
engarrafar teu cheiro
tão
único.
De
tudo que queria,
no
fundo não queria mais.
De
tanto te querer
cansei.
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