sábado, 3 de março de 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

Odeio essas pessoas que moram num lugar de graça e além de tudo não cuidam do lugar. Tipo você, mora no meu coração, mas vive pisando nele de qualquer jeito, abrindo rachaduras e partindo ele no meio. Tá na hora de mudar de inquilino."

quinta-feira, 1 de março de 2012

Eita garota complicada.. vai perdendo tudo que conquista, num piscar de olhos.. 
PRESTA ATENÇÃO menina, não deixe que a rotina ganhe de suas atitudes.. de o melhor de si todos os dias.. rotina é um passo para o esquecimento, veja que a sua volta existe as melhores pessoas, e que elas não voltam se você as perde.. não cometa o mesmo erro duas vezes, pois as conseqüências podem ser inimagináveis. 

10:51 am.

Não é ciúme, é receio pelo erro que já foi cometido.. que pode voltar a acontecer, sem duvidas.. E depois te ver “chorando por dentro”, não dá, não concordo com isso. Receio, é exatamente o que sinto agora..  

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A-C-O-R-D-E
a Vida não espera por você. 

Tati Bernardi.

Me dei conta de que essa é a pior e a melhor fase da minha vida
Eu nunca andei tão triste e nem tão feliz.
Foi difícil enterrar tantos mortos e tantas rotinas
mas está sendo muito fácil viver dentro de mim.



Muitos dizem que vai passar, que a dor vai passar por mais que demore, ela passa. Demora demais!
Já doeu tanto que quando me bate a saudade só consigo lembrar dos momentos felizes.. sorrisos, dos mais espontâneos até os mais ‘babacas’.. sorrisos que vinham através do vento, os mais sinceros, um dom teu. Foi tudo lindo, mágico, intenso e sem fim.
É tortura te ver todos os dias! Seria pior se você não estivesse tão feliz, ai sim, seria bem pior para mim. Te ver todos os dias.. Não quero apagar nada. Seguimos, todo tempo! A gente é forte, até demais.. 
sem fim... 
Quer morrer? Morre de alegria. Morre de rir, de dar gargalhadas com os amigos. Morre de uma coisa boa; de um beijo. Morre de ciuminho bobo. Morre de amor. Morre dessas mortes lindas, mas continua vivendo pra morrer e morrer sempre.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Saudade daquilo que fui e, sei, não sou mais e nunca mais voltarei a ser. Mais logo afasto essas coisas da cabeça. Só trazem tristeza, reavivam coisas que eu não queria mais sentir. Essas lembranças passam pela cabeça sem se deter. São humildes, parecem esperar um aceno para caírem sobre mim. Quase nunca faço esse aceno; ela desaparecem, deixando um gosto e um cheiro muito leves de poeira, armário aberto depois de muito tempo, lençol limpo, café preto com broa de milho.

- Caio Fernando Abreu. Limite Branco